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PlantasMedicinais.net PlantasMedicinais.net Instituto de Fitoterapia Aplicada · CRF-SP 18.472
Edição de quarta-feira Newsletter Remédio Verde · 412 mil assinantes Conteúdo verificado pelo IBF
Comitê Científico · Metodologia

Desde março de 2009

O rigor que guarda cada folha, cada uso, cada citação.

PlantasMedicinais.net é mantida por um time editorial de 22 pessoas — sendo 9 farmacêuticos e 4 etnobotânicos — sob a coordenação científica da farmacêutica Dra. Helena Bittencourt (CRF-SP 18.472) e um comitê de 14 doutores. Esta página descreve quem somos, como revisamos 3.247 monografias e por que a newsletter Remédio Verde chega toda quarta-feira a 412 mil leitores.

Fundada em 2009 · Prêmio Abradilan 2018 · Convênio UFV desde 2014 · Selo IBF

Bancada de farmacêutica com microscópio, exsicatas e livros de farmacopeia
Bancada de curadoria — sede editorial, Vila Madalena, São Paulo.
Retrato editorial de Dra. Helena Bittencourt em sua biblioteca de ervas

Fundadora · Coordenação científica

Dra. Helena Bittencourt

Farmacêutica · CRF-SP 18.472 · Mestre em Fitoquímica pela USP · 40 anos de prática em farmácia de manipulação

Helena fundou o PlantasMedicinais.net em março de 2009, depois de duas décadas atendendo pacientes em farmácias de manipulação e de se deparar, repetidamente, com a mesma pergunta: “este chá é seguro? posso dar para minha filha?” A resposta, percebeu, quase nunca estava num único lugar — vinha dispersa entre tradições familiares sem nota de rodapé, bulas industriais sem contexto e estudos clínicos inacessíveis ao público leigo.

Reuniu então um comitê de farmacêuticos e etnobotânicos, estabeleceu parceria técnica com a Universidade Federal de Viçosa em 2014 e criou o sistema interno de gradação de evidências A/B/C que ainda rege cada monografia publicada. Hoje, a plataforma cobre 6 biomas brasileiros com curadores regionais dedicados e publica seu conteúdo em PT-BR e PT-PT com curadoria humana bilíngue.

“Meu compromisso não é com modismo nem com promessas de cura. É com a leitora que vai colocar uma planta dentro de uma chaleira amanhã de manhã e precisa de uma resposta honesta.”

  • Registro profissionalCRF-SP 18.472 — ativa desde 1986
  • Fundaçãomarço de 2009
  • ReconhecimentoPrêmio Abradilan de Comunicação em Saúde Natural 2018
  • Convênio técnicoUniversidade Federal de Viçosa (UFV) desde 2014

Comitê Científico · 14 doutores

Os curadores que assinam cada monografia

Cada artigo passa pela leitura crítica de ao menos um farmacêutico e um etnobotânico. Conheça quatro membros do comitê — a lista completa está disponível na página de cada especialidade.

  1. 01

    Dra. Helena Bittencourt

    Coordenadora · Farmacêutica, Mestre em Fitoquímica (USP)

    CRF-SP 18.472 · PlantasMedicinais.net

    Fitoquímica · Farmacovigilância · Padronização de extratos

  2. 02

    Dr. Marcelo Siqueira

    Etnobotânico · Doutor em Botânica (UFRJ)

    Curador do bioma Mata Atlântica

    Etnobotânica · Saber quilombola e caiçara · Validação de uso tradicional

  3. 03

    Dra. Cláudia Ferraz

    Farmacêutica · Doutora em Farmacologia (UFV)

    Curadora do bioma Cerrado · Convênio UFV

    Farmacologia clínica · Interações medicamentosas · Ensaios randomizados

  4. 04

    Dra. Janaína Tupinambá

    Etnobotânica · Doutora em Antropologia Médica (UFAM)

    Curadora do bioma Amazônico

    Plantas amazônicas · Conhecimento indígena · Conservação

Mais 10 doutores integram o comitê, cobrindo os biomas Caatinga, Pampa e Pantanal, além de especialidades em toxicologia vegetal, ginecotocícia fitoterápica e pediatria. A relação completa está disponível na ficha técnica de cada monografia.

Manifesto metodológico

Como classificamos cada uso terapêutico

Não basta citar um estudo: é preciso dizer que tipo de evidência ele é. Adotamos um sistema interno de três letras, inspirado em práticas de medicina baseada em evidências, mas adaptado ao contexto da fitoterapia brasileira.

A

Evidência forte

Pelo menos dois ensaios clínicos randomizados controlados, com DOI verificável, mostrando o mesmo efeito em populações comparáveis. Meta-análises ou revisões sistemáticas recentes reforçam a recomendação.

B

Evidência moderada

Um ensaio clínico randomizado bem desenhado, ou múltiplos estudos observacionais consistentes, ou uso tradicional extensamente documentado em farmacopeias reconhecidas (ANVISA, EMA, OMS).

C

Evidência preliminar

Estudos in vitro, modelos animais ou séries de casos pequenos. Citamos o uso, mas deixamos claro o estágio da pesquisa e contraindicamos substituição de tratamento médico prescrito.

A checagem obrigatória de DOI

Cada referência bibliográfica em uma monografia do PlantasMedicinais.net passa por um processo duplo de verificação. Primeiro, o bibliotecário confirma o DOI na base Crossref. Depois, o farmacêutico responsável abre o artigo, lê o abstract e a conclusão, e anexa ao sistema interno uma ficha com a metodologia, o tamanho amostral e os limites do estudo. Nada entra na plataforma sem essas duas assinaturas digitais datadas.

Este rigor tem um custo — escrevemos cerca de 12 artigos novos por mês, quando poderíamos publicar 60. Aceitamos essa troca porque uma leitora que vai ferver boldo para a criança com cólica precisa de uma fonte em que possa confiar sem precisar ler o paper original.

Em números auditáveis

O tamanho da curadoria

3.247 monografias revisadas por farmacêutico CRF
1.840+ estudos clínicos com DOI verificável
22 integrantes do time editorial
9 farmacêuticos revisores ativos

Atualização trimestral · 5.600 artigos publicados · 8,4 milhões de visitantes anuais

Pipeline editorial · 6 etapas

Da folha ao artigo: como nasce uma monografia

Cada texto publicado no PlantasMedicinais.net percorre um caminho de seis paradas antes de chegar ao seu navegador. Conheça cada estação.

  1. I

    Seleção da planta

    O curador regional indica a espécie a partir do uso tradicional documentado em sua área. Recebemos cerca de 90 pedidos por mês; publicamos 12.

  2. II

    Revisão bibliográfica

    O bibliotecário levanta estudos em PubMed, SciELO e BVS, com DOI cruzado em Crossref. Meta-análises entram primeiro; estudos in vitro entram por último.

  3. III

    Dupla verificação farmacêutica

    Dois farmacêuticos com CRF ativo leem o material de forma independente. Discordâncias voltam para a bancada antes de qualquer gradação.

  4. IV

    Gradação de evidência A/B/C

    Cada uso terapêutico recebe uma letra A, B ou C com base no sistema descrito no manifesto acima. A gradação é exibida em destaque no topo da monografia.

  5. V

    Atualização trimestral

    A cada três meses, o bibliotecário verifica se há novos estudos que alterem a gradação. Monografias são datadas e versionadas.

  6. VI

    Selo IBF

    O Instituto Brasileiro de Fitoterapia emite o selo “Conteúdo Verificado” após auditoria amostral. O selo é renovado anualmente.

Aprofunde-se em uma monografia e veja o selo IBF aplicado em contexto.

Explorar plantas A–Z